Dominador BDSM em Belo Horizonte
Dominador BDSM em Belo Horizonte
Categoria: Psychological BDSM / Foot Worship / Bondage / Spanking
Você chegou atrasada. O trânsito da Raja Gabaglia estava parado e o seu celular não parava de vibrar com mensagens do escritório. Eu vi no seu rosto quando abri a porta do flat: a testa franzida, o ombro tenso, a respiração curta da ansiedade. Você é a diretora, a mãe, a esposa, a mulher que resolve tudo em BH. Mas ali, na soleira da minha porta, você estava implorando, sem dizer uma palavra, para que alguém tirasse esse peso das suas costas.
Eu não perguntei como foi seu dia. Eu não te ofereci água. Eu apenas apontei para o chão.
I. O Ritual da Humildade (Adoração aos Pés) Você sabe a regra. Antes de ser mulher, aqui você é serva. Eu me sentei na poltrona. Você, ainda vestida com o terninho caro de trabalho, largou a bolsa de grife de qualquer jeito e se ajoelhou. — "Esqueça o trânsito. Esqueça o cliente. O seu mundo agora se resume a isto." Levantei levemente a barra da calça e ofereci meu pé a você. Você baixou a cabeça, encostando a testa no chão primeiro, um sinal de respeito, e depois começou. Mandei você lamber. Devagar. A mulher que dá ordens para 50 funcionários estava ali, limpando meu pé com a língua, beijando meu tornozelo. Eu vi seus olhos fecharem. Não era humilhação gratuita; era gratidão. Ali, aos meus pés, você não precisava decidir nada. Você era pequena. Seus problemas ficaram gigantes lá fora, mas aqui dentro, você era menor que o meu passo. Isso te acalmou.
II. A Coleira (O Clique do Silêncio) Mandei você se levantar. Seus joelhos tremiam levemente. Fui até a gaveta e peguei a coleira de couro rígido, forrada de veludo. Cheguei por trás de você, afastei seu cabelo e sussurrei bem no seu ouvido, sentindo seu arrepio: — "Essa garganta não serve para falar hoje. Só para obedecer." O som do metal travando no seu pescoço, Click, foi o gatilho. Sua respiração mudou. A executiva morreu. A submissa nasceu. A coleira apertava na medida certa, um lembrete físico constante de que sua vida, naquele momento, me pertencia.
III. O Despir (A Lentidão Agoniante) Você levou as mãos aos botões da camisa, afoita, querendo ficar nua logo. Segurei seus pulsos. — "Devagar. Eu disse que você podia ter pressa?" O comando foi sussurrado, grave. — "Um botão por vez. Olhando nos meus olhos. Eu quero ver você se revelando." Foi uma tortura deliciosa. Levei 15 minutos para deixar você tirar a roupa. A cada peça que caía no chão do flat, uma camada de estresse ia junto. Quando finalmente tirei sua lingerie de renda preta, deslizando as alças pelos seus braços, você estava nua, vulnerável e totalmente focada em mim.
IV. A Sessão (Spanking Terapêutico) Levei você para o móvel acolchoado. Mandei debruçar. A posição deixava sua bunda empinada, exposta, enquanto seu tronco ficava baixo, em rendição. Comecei com a mão aberta. O som do estalo ecoou no silêncio do quarto. Plaq. Sua pele branca ficou rosada instantaneamente. — "Isso é pela sua teimosia." Plaq. — "Isso é para você parar de pensar." Plaq. Aumentei a força. Peguei o flogger de tiras de couro macio. O impacto era ardido, espalhado. Você gemia, rebolava tentando fugir, mas voltava para a posição. A dor física forçava seu cérebro a desligar a "lista de tarefas" e focar apenas na bunda ardendo. É a terapia mais primitiva que existe: o sangue desce da cabeça para o corpo. O choro que veio depois não foi de tristeza, foi de descarga. Você chorou tudo o que segurou a semana inteira na frente dos outros.
V. O Cativeiro (O Descanso Final) Quando você estava exausta, pele vermelha e quente, olhos vidrados de endorfina (o Subspace), eu não te soltei. Amarrei seus pulsos e tornozelos com cordas de algodão macio, prendendo você na cama em uma posição confortável, mas totalmente imóvel. Apaguei as luzes, deixei apenas um abajur fraco. — "Agora você não precisa fazer nada. Nem se mexer." Te deixei ali, amarrada, impotente, por uma hora. Eu bebia meu whisky na sala, e você ficava no quarto, presa. Foi a melhor hora da sua semana. Pela primeira vez em anos, você não podia pegar o celular, não podia resolver nada. A corda era seu abraço de segurança. Você adormeceu amarrada, segura sob o meu comando.
Quando te soltei, você se vestiu em silêncio. Ajeitou o cabelo, passou o batom. Ao sair do elevador e voltar para as ruas de Belo Horizonte, você não era mais a mulher estressada que chegou. Você estava leve, flutuando, com a marca secreta da minha mão na sua pele e a certeza de que, quando o mundo ficar pesado demais, a minha coleira estará te esperando.
RELATO: Treinando a Esposa Perfeita para ser Minha Vadia Pública
Categoria: Training / Public Disgrace
Bia é minha submissa. Há quase um ano, venho quebrando, moldando e reconstruindo essa mulher. Para a sociedade, ela é a Bia: casada, doce, executiva competente, com uma aparência comportada e recatada que não levanta suspeitas. Mas, sob o meu comando, ela se revela o que nasceu para ser: uma submissa devota, uma vadia obediente que me pertence de corpo, mente e alma.
O que o marido dela vê como "hora extra no trabalho", nós chamamos de Treinamento. Eu não sinto ciúmes. Pelo contrário. Ver a "esposinha de família" sendo usada, preenchida e humilhada por outros homens sob a minha ordem é o combustível do meu prazer. A minha posse não é blindá-la, é compartilhá-la do jeito que eu bem entender.
O processo foi cirúrgico. Camada por camada, eu destruí a moral dela para construir a devassidão.
Começamos dentro de casa. O primeiro passo foi tirar a autonomia dela sobre o próprio corpo. Ordenei o uso de plugs anais durante o expediente no escritório. Ela tinha que sorrir em reuniões de vídeo com o Diretor da empresa, enquanto o metal frio alargava o rabo dela. Ela me mandava fotos do banheiro da firma, com o rosto corado e a calcinha nos tornozelos. "Boa cadela", eu respondia. E ela vibrava.
Mas o jogo virou quando trouxe o risco para a porta de casa. Numa noite chuvosa em que o marido estava viajando, dei a ordem: "Peça um iFood. Quando o entregador chegar, você vai atender. Mas você vai estar usando apenas aquela lingerie transparente que eu te dei. Sem robe. Sem toalha."
Ela tremeu. Tentou argumentar. Eu fui frio: "Se não fizer, não tem coleira no fim de semana." Ela obedeceu. Recebi o áudio depois, a voz embargada de excitação: "Mestre... ele travou. Ele não conseguia achar a máquina de cartão. Ele olhou para os meus peitos, olhou para a minha buceta através da renda... ele sabia que eu estava me oferecendo. Eu entreguei a gorjeta tremendo e fechei a porta sentindo minha perna escorrer."
Ali, eu soube. Ela estava pronta para sair de casa. Mas antes de entregá-la a outro homem, eu precisava que ela sentisse o peso da exposição pública sozinha.
Interlúdio: O Segredo no Banco de Trás
Enviei a seguinte ordem para o celular dela numa terça-feira à tarde:
Missão Solo: Chame um carro de aplicativo agora. Antes de sair, tire a calcinha. Vá vestida normalmente por fora, com sua roupa de executiva, mas saiba que, por baixo, você está totalmente exposta. Sente-se no banco de trás. Cumprimente o motorista com a sua melhor educação. Enquanto ele dirige, quero que você sinta a textura do banco roçando na sua pele sensível. Sinta a vibração do carro a cada buraco na rua reverberar na sua buceta. O motorista está a um metro de você. Se ele soubesse... o ar ficaria pesado. Mas ele não sabe. Só nós sabemos.
Ela cumpriu. Chegou ao destino com o rosto corado e o corpo pulsando. Ela aprendeu ali o que é ser fêmea: carregar um vulcão dentro de si enquanto o mundo vê apenas uma geleira. Ela estava pronta para a fase final.
A missão seguinte foi o teste de fogo. A "Bia Esposa" precisava morrer para a "Bia Vadia" nascer.
A ordem foi clara: "Hoje você vai pegar três Ubers. Você vai sentar no banco da frente. Você vai puxar assunto. E em um deles, você vai dar. Não importa quem seja. Se ele quiser, você é dele."
Ela saiu de casa vestida com um vestido executivo, mas sem calcinha por baixo e deixou a perna bem abertinha. Os dois primeiros motoristas foram respeitosos demais. Mas o terceiro... um cara mais jovem, olhar malicioso pelo retrovisor. Ela me relatou tudo em tempo real por mensagens de texto, enquanto eu exigia provas. Ela abriu as pernas discretamente. Ele viu. O carro desviou a rota para uma rua escura de um bairro industrial.
Não houve romance. Houve urgência e sujeira. Ela me mandou o vídeo: a câmera tremida no escuro, o som de tapas estalando na coxa dela, e ela, a esposa recatada, com a boca cheia, engolindo o pau de um estranho até a garganta, engasgando e pedindo leite. Depois, a cena final no banco de trás. Ele a comeu sem piedade, puxando o cabelo dela como se ela fosse uma puta de estrada. Ela gemia alto, gritando meu nome na mente enquanto servia de depósito para ele.
A melhor parte não foi o sexo. Foi a volta para casa. Ela cumpriu a missão. Como recompensa, fiz um pix legal para a conta dela. "Compre algo bonito. Putas de luxo são bem pagas", escrevi. Ela se sentiu suja e valorizada ao mesmo tempo.
Mas a verdadeira adrenalina veio no trajeto final. Ela voltou para a casa com a boca cheia de porra do motorista do Uber. Ela sentia o líquido quente e pegajoso escorrendo pelas coxas a cada freada, sujando o estofado de couro, o cheiro sutil de sexo e látex impregnando o ar. Ela entrou em casa, beijou o marido no sofá, jantou com ele... carregando o DNA de um estranho dentro dela. O marido perguntou: "Como foi seu dia, amor?" Ela sorriu, com aquele brilho no olhar que só as minhas submissas têm, e respondeu: "Foi produtivo. Muito produtivo."
Categoria: Professional Gangbang / DP & TP / No-Camera / Sigilo Absoluto
A Bia sempre foi o exemplo de postura em Belo Horizonte. Em festas de família ou jantares de negócios, ela é impecável. Mas, entre quatro paredes, depois de algumas taças de vinho, ela sempre me confessou o mesmo segredo sujo: o fetiche em ser usada por vários homens ao mesmo tempo. Não qualquer homem, mas homens que tivessem vigor infinito, como os atores que ela via nos filmes escondida.
Eu decidi realizar o sonho dela, mas com a segurança clínica que uma mulher da classe dela exige. Aluguei uma casa espetacular na orla da Lagoa da Pampulha. Muros altos, design moderno e total privacidade.
Quando chegamos, ela estava nervosa. — "E se alguém me vir? E se gravarem?" ela perguntou, tremendo. Eu a acalmei: — "Bia, relaxa. Não tem câmeras. Hoje a cena é só para os seus olhos. E ninguém vai te reconhecer, porque eu importei o elenco. São 5 atores profissionais que vieram de São Paulo só pra hoje. Eles voltam pro aeroporto de Confins assim que terminarem. O segredo morre aqui."
I. O "Briefing" (Segurança e Exames) Entramos na sala ampla. Os cinco rapazes estavam lá. Eram impressionantes: corpos esculpidos, tatuagens, postura de machos alfa, mas com um distanciamento profissional. Bia travou. O impacto visual de ver cinco "garanhões" juntos a assustou. Eu tirei os envelopes da mesa e entreguei a ela. — "Pode conferir. Exames de sangue de todos eles, feitos essa semana. Negativo para tudo. Eles são mais limpos e testados que qualquer playboyzinho de BH que você conhece. Pode usar sem medo." Ao ver os exames, a barreira do medo caiu. A "Dama da Pampulha" se sentiu segura para soltar a cadela.
II. O "Romance" Inicial (A Ilusão) Eu dei o sinal para começarem. Diferente do que ela imaginava, eles não foram brutos no início. Eram atores, sabiam atuar. Eles a cercaram no sofá de couro. Começaram com carinho. E, para surpresa dela, eles a beijaram na boca. Beijos profundos, de língua, como se fossem namorados apaixonados. Aquilo confundiu a cabeça da Bia. Ela se sentiu desejada, amada por cinco homens lindos. Ela se entregou ao beijo, fechando os olhos, gemendo baixinho, achando que seria uma noite de amor coletivo.
III. A Quebra de Protocolo (A Boca Suja) Mas a dinâmica mudou rápido. Eles a colocaram de joelhos no tapete caro. — "Hora de trabalhar a garganta, Bia" — um deles disse, voz firme. Ela obedeceu. Chupou um por um. Sentiu o tamanho das "ferramentas de trabalho" profissionais. Quando ela terminou o rodízio e se levantou, com os lábios inchados e brilhando de saliva, ela tentou beijar um deles na boca novamente, buscando aquele carinho do início. O ator virou o rosto friamente e a afastou com a mão. — "Agora não, gata. Você acabou de chupar o pau de todo mundo. Boca suja não ganha beijo." Aquilo foi um choque. A ilusão de romance acabou. Ela percebeu que, dali para frente, ela não era a "namorada". Ela era apenas o orifício de uso.
IV. A Performance Profissional (Penetração Total) Eu circulava a cena como um diretor atento, servindo doses generosas de Gin e energético para a Bia. O álcool entrava e a vergonha saía. A cada gole, ela ficava mais lasciva, o olhar mais turvo de desejo, pedindo para ser usada sem limites.
O que se seguiu foi uma aula de anatomia. Eles a pegaram de jeito. Sem beijos, sem abraços ternos. Apenas sexo mecânico, potente e ritmado. Eles a revezavam com uma eficiência assustadora, testando a elasticidade dela. Em um momento de auge, a Dupla Penetração aconteceu. Um ator a invadiu pela buceta enquanto outro, sem cerimônia, arrombou o ânus dela com um pau grosso e lubrificado. Ela gritou, os olhos revirando com a sensação de estar totalmente preenchida por baixo. Mas não parou aí. Enquanto ela era estocada nos dois buracos inferiores, um terceiro ator forçou o pau na boca dela até a garganta. Tripla ocupação. Todos os buracos preenchidos por carne profissional. Ela era manipulada como uma boneca articulada pela sala da mansão, sufocada em prazer e dor, babando no pau que estava na boca, enquanto sentia as entranhas sendo reviradas pelos outros dois. Eles tinham fôlego infinito, controle total. Eles a mantinham na borda do orgasmo e paravam, só para torturar, e depois voltavam com mais força, esticando a Bia até o limite.
V. O Grand Finale (A Fachada & O Cuidado) ...Eles pegaram as mochilas e saíram. Fim da diária. A sala ficou em silêncio. Bia estava cega pelo sêmen, trêmula. Foi aí que eu entrei com a toalha morna. Eu não transei com ela. Meu papel não é esse. Eu sou o guardião. Limpei o rosto dela com cuidado, como se limpasse uma obra de arte restaurada. Dei a ela um roupão de seda limpo e uma água de coco gelada. Ela me olhou, os olhos ainda vidrados de dopamina, e sussurrou: "Obrigada." Eu chamei o motorista blindado. Ela voltou para casa segura, com o segredo guardado a sete chaves e a memória da noite mais intensa da vida dela.